quinta-feira, 24 de junho de 2010

Quase nada.

É riscar as paredes com giz.
É rir da piada que não tem graça.
É fingir ser feliz.
É cometer o erro e se dar ao direito de razão.
É deixar as lágrimas se secarem sozinhas.
É pegar o telefone, discar o número e não completar a ligação.
É chamar atenção.
É se deprimir com nada.
É ter a impressão de estar sendo sufocado.
É te vigiar durante teu sono.
É adormecer e sonhar com você toda manhã.
É ter lembranças.
É esquecer de tudo, fingir rir de tudo.
É não fazer nada e esperar que a situação mude.
É tão pouco tempo.
É tão ridiculo tudo isso.
É te amar durante tanto tempo.
É sentir saudade.
É cansar-se de tudo, de todos.
É sentir um vazio que dói, e dói muito.
É acordar as 04:15 depois de sonhar com você.
É desistir.
É te amar.

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